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A Bruxinha que era Boa

A peça “A Bruxinha que era Boa” foi escrita em 1958 pela dramaturga brasileira Maria Clara Machado e chega aos palcos mineiros em versão divertida e colorida com paródias de musicais famosos como “Mary Poppins”, “Mudança de hábito”, "O Fantasma da Ópera", “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, entre outros. O espetáculo conta a história de Ângela, uma bruxinha diferente das outras que frequentam a Escola de Maldades da Floresta e que estão sendo preparadas para serem as piores bruxas. Caolha, Fredegunda, Fedorosa e Fedelha, juntamente com Ângela, serão avaliadas pelo bruxo mais malvado da floresta, que escolherá a pior bruxinha de todas e a premiará com a tão sonhada vassoura a jato. Porém, nem os conselhos e ensinamentos da Bruxa-Chefe ajudam a bruxinha Ângela a ser uma excelente aluna, e como castigo ela é presa na Torre de Piche. É nessa hora que ela conhece Pedrinho, um jovem lenhador que não se assusta com Ângela e a ajuda a fugir do castigo e ganhar o prêmio.

A peça tem como princípio não julgar uma pessoa sem realmente conhecê-la. Pedrinho vê o interior de Ângela e descobre que a bruxinha a sua frente não é ruim... É quando ele a nomeia de “A Bruxinha que era Boa”.

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